De longe brilha o Astro rei,
sem cansar-se das rotas diárias,
sem seu calor e luz não há viver,
mas perto mais queima e mata
Inebria-nos quando nasce,
mais brilha ao entardecer,
para perecer numa noite farta
e na madrugada renascer!
Assim se vê o rei dos astros,
mas cá da terra, os lunáticos
morrem tentando imitá-lo!
Prefiro a velha lua pálida
suspirando pelas madrugadas,
mas sempre firme no mesmo lugar!
OlgaMatos
05/07/2010
sexta-feira, 23 de julho de 2010
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